6 de março de 2026

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Presidente do São Paulo pede quebra de protocolo por áudio do VAR: “Não foi um erro qualquer”

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O presidente do São Paulo, Julio Casares, pediu, em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, a quebra do protocolo da CBF para que o áudio das conversas entre Ramon Abatti Abel e Ilbert Estevam da Silva, responsáveis pela arbitragem no clássico contra o Palmeiras, no último domingo, no Morumbis, seja divulgado.

O protocolo da CBF prevê a divulgação dos áudios da análise de lances que foram revisados pelo árbitro no monitor. Ou seja, em nenhum dos lances reclamados por São Paulo ou Palmeiras no clássico tiveram a análise feita dessa maneira.

– É o momento de ser firme. Eu apoiei o presidente (da CBF, Samir Xaud) e apoio por sua juventude, é uma pessoa bem intencionada, mas existe um protocolo de não ceder os áudios quando o VAR não chamar o árbitro de campo para o monitor. Presidente, vamos quebrar o protocolo. Precisamos do áudio para imaginar o que aconteceu.

– Se houve, que tipo de diálogo aconteceu entre a cabine do VAR e o árbitro de campo. São prejuízos não só ao São Paulo, mas ao futebol brasileiro. Quem quer saber desse áudio não é só o presidente do São Paulo, é a comunidade esportiva. Estamos aqui tristes, porque o resultado não volta, embora deveria voltar. Fomos prejudicados, influenciou diretamente no resultado do jogo – disse Casares.

O São Paulo reclama de ao menos cinco lances em que considera que o árbitro Ramon Abatti Abel e sua equipe erraram e interferiram diretamente no resultado final da partida contra o Palmeiras. O principal deles é um possível pênalti não marcado a favor do Tricolor em um lance no início do segundo tempo, quando um escorregão de Allan derrubou Tapia dentro da área.

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