Com a chegada de um governo de oposição, ainda que tenha DNA suspeito, mas resta evidente que o prefeito traçou caminho antagônico, houve quem usasse de esperteza contra o ex-prefeito Marcondes, atirando-lhe uma pedra no peito, e votando sorrateiramente no Galo, crendo que, assim, manteria a “boca”. Desses pouquíssimos escaparam. A maior parte foi embora sem lenço e sem documento. Dito com outras palavras: sem as rescisões. Galinho os pôs na rua nus.
No governo de Galinho nem o Bolsa Família funciona até o presente momento, quiçá a prometida geração de empregos da tal reconstrução. Por ora, apenas as famílias do entorno dele foram devidamente reconstruídas nas tetas do município.
A mídia virou o muro das lamentações. De lamúria em lamúria, aqui e acolá, sai, numa frase dita entre resignada e chorada, a solução: “é esperar mais quatros anos”.
Com informações de Ivone Lima (PAINEL).