6 de abril de 2025

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“Diga aos meus que estou muito bem”, avisa Zuca, interno do Recanto Solidário

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Não sou eu quem pode afirmar que alguém chegou no seu limite. Só quem traz na alma com desdobramentos físicos uma dependência química, seja de álcool ou qualquer outra substância, tem essa medida.

Sei que, de esquina em esquina, via meu colega radialista Antônio Carlos Zuca, assumir, a cada trago, uma personalidade espectral. Era qualquer pessoa, não mais o Zuca.

No último sábado, no entanto, encontrei um homem animado, vivo, bonito e servil. Sim, o mesmo Zuca, interno do Recanto Solidário, em cujas dependências estão outros homens que deixaram a vida enebriada e/ou alucinada para traz.

O Recanto Solidário é uma obra mantida pela diocese de Paulo Afonso no Espaço Feliz complexo de caridade, assim traduzido por abrigar também a Fundame. São inciativas, cada uma com sua especificidade, que promovem à vida.

O bispo Dom Guido celebrava na capela de Santa Clara (Paróquia do Sagrado Coração de Jesus), a segunda missa do Ano Santo, cujo tema proposto à comunidade católica é “Peregrinos da Esperança”.

Durante o Jubileu que vai até 06 de janeiro de 2026, a Igreja propõe iniciativas de caridade, conversão, espiritualidade, perdão e reconciliação com Deus.

Nas palavras de Dom Guido: “No decorrer do Ano Santo, eu farei um caminho para encontrar Jesus e oferecer a Ele a minha vida, se realmente mudar as minhas atitudes. Tanto que, para atingir as indulgências tem àquela frase belíssima: precisamos nos afastar de qualquer apego ao pecado, mesmo que depois cainhamos de novo, mas que pelo menos tenhamos o desejo de viver longe; devo fazer de tudo para não cair novamente naquilo que me afasta de Jesus.”

Por Ivone Lima

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